Rafting

Visão do rio Paraibuna, considerado um dos melhores da América Latina para a pratica de Rafting.

 

DESCIDA DO RIO

O percurso é cercado pela belíssima paisagem da floresta ciliar, típica das margens ribeirinhas da região, da qual você estará fazendo parte durante as próximas duas horas e meia à quatro horas. Tudo parece tranqüilo e você até começa a achar que as medidas de segurança foram exageradas quando chega a primeira queda: três a cinco metros de altura, dependendo da vazão do rio na época!

Com o nível abaixo do normal, as descidas ganham mais altura, por outro lado com o nível mais alto as quedas ganham força, ou seja, turburlência e velocidade! Alguns se arrependem já na primeira (e maior) queda, mas agora é tarde e só existe uma direção: rio abaixo. A aventura começou. Dizem que o bom mesmo para você, já "veterano", é ver o bote seguinte descendo, com as expressões de pavor e os gritos dos calouros.

Para retomar o fôlego, nada melhor que ouvir as curiosas histórias que os remadores tem para contar sobre o rafting na região. Um alerta do remador para  segurar as cordas e ficar na posição indicada é sinal de que a corredeiras estão cada vez mais próximas.

Para relaxar vale tudo e, em alguns trechos, há uma revigorante parada para um banho de rio. No primeiro mergulho, é só se deixar levar pela correnteza. Já no segundo trecho, conhecido como Garganta do Diabo, a situação se complica, porque é necessário nadar contra a correnteza e desviar das pedras do caminho, seguindo com exatidão as orientações do guia que o está acompanhando.

Mais à frente vem a chamada "Curva do S", onde o barco desliza num zig-zag (slalom) entre as pedras. Depois de várias corredeiras, quando você já estava quase se acostumando - o melhor fica para o final... A última queda, a Hollywood, aquela da filmagem de um velho comercial de cigarros, onde muitos pararam de fumar. Depois, como "saideira", a queda "Surpresa", que leva esse nome porque que ninguém esperava que o coração fosse capaz de suportar mais uma!

Final:  A chegada ao pontal pelo rio

Agora sim, pode relaxar, a aventura acaba com o desembarque no Restaurante Pontal, no encontro dos três rios (Paraibuna, Paraíba do Sul e Piabanha) que dá nome à ao município.

Todos estão encharcados e prontos para esquentar-se com a famosa batidinha, feita com a pinga produzida artesanalmente no próprio local e frutas da época. Dizem até que tem gente que passa por toda essa aventura só por causa da tal da batida.

Depois, um banho quente nos vestiários e o almoço: um self-service de comida caseira mineira, feita em fogão à lenha, acompanhado de saladas produzidas com vegetais de cultivo próprio e sobremesas de fazenda, feitas lá mesmo.

Ao final do evento, quem ainda não estiver dormindo de tão cansado é chamado para receber o CCBD (Certificado de Coragem, Bravura e Destemor) ao descer, como "rafter" vitorioso, as Corredeiras do Rio Paraibuna. Pronto, agora, todos podem chamar o velho Indy de colega.

Visualize o mapa do percurso

Como Chegar?

Clique aqui!

Valores

Fotos, textos e ilustrações cortesia Aventur